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06 março 2015

Momento Escola: Material Escolar - O que as Escolas não Podem Solicitar


Oi gente tudo bem :)
Achei a lista de Materiais que as escolas 
Estão proibidas de solicitar na lista do material escolar
Ficou determinado pelo Procon





Segundo o órgão, a lista elaborada pelas escolas devem conter apenas itens de uso individual usados durante o ano letivo, de acordo com o projeto didático-pedagógico da instituição. Já os produtos de uso coletivo são de responsabilidade da própria escola, já que o valor destes itens está incluso na mensalidade.


"O PROCON-BA alerta também aos pais que as instituições de ensino não podem fazer exigências no que se refere a marcas e modelos de produtos, nem tampouco podem direcionar os consumidores para que adquiram o material escolar em determinados estabelecimentos comerciais, sob pena de configurarem práticas abusivas no mercado de consumo", ressaltou em nota o Superintendente do órgão, Ricardo Maurício Soares.

Aqui na Escola da Luma a lista de material ficou toda por conta da escola
Eles deram um valor e pronto
Mas vamos ficar de olho mesmo Assim
E por aí como estar sendo a lista de material de vocês?


Fonte: http://atarde.uol.com.br/bahia/noticias/1650508-procon-divulga-itens-proibidos-em-lista-de-material-escolar





Espero que ajude a todos :)
Bjinhos...


02 março 2015

Momento Escola = O que por na Lancheira

Oi gente tudo bem :)
Pensando como e o que por na lancheira da Luma fui dar uma pesquisada
E achei coisas muitos boas 
Vim compartilhar com vocês claro rss

O lanche escolar serve para dar energia as crianças entre as duas principais refeições.
O ideal é conter :
Uma porção de carboidratos , para fornecer energia; 
Uma porção de lácteos , que tem proteínas; 
Uma porção de frutas ou legumes , responsáveis pelas vitaminas, fibras e minerais; 
E uma bebida , para hidratação.




As Bebidas: sucos, podem ser os naturais, desde que colocados em garrafas térmicas, achocolatados e água de coco.
Frutas: banana, maçã e pêra.
Pães: pão de fôrma comum ou integral, pão sírio, bisnaguinha, pão de leite, torradas e bolos simples, feitos em casa.
Recheios: margarina, requeijão, queijos branco ou muçarela (tem menos gordura do que o queijo prato), geleia, peito de peru e presunto magro. 
Vale lembrar que os frios são muito perecíveis e devem ser consumidos após comprados e em até três dias.

Dicas de conservação
Para conservar o lanche até as 2 horas do recreio use lancheiras e garrafas térmicas e coloque alguns gelinhos reutilizáveis junto ao lanche. 
Se possível, deixe a lancheira vazia na geladeira durante a noite. 
Não esquecer de limpar a lancheira diariamente com um pano com água e álcool e lave-a com detergente uma vez por semana.
Na hora de escolher os alimentos, lembre-se que os derivados do leite – como iogurtes, queijos e requeijão – são mais sensíveis às mudanças de temperatura e perdem a qualidade facilmente. Com os cuidados adequados, esses alimentos mantêm as características por duas horas. 
O mesmo tempo vale para os embutidos, como peito de peru e presunto. As melhores frutas são maçã, pera, banana, pêssego, goiaba, uva e nectarina. 
As que precisam ser descascadas, como mexerica e manga, perdem um pouco de nutrientes. Antes de embalar, higienize bem a fruta. Aquelas que a criança consome a casca têm de ser lavadas em água corrente e depois colocadas em uma solução clorada (o produto é vendido em supermercados, veja no rótulo da embalagem como proceder). Se a casca for descartada, só lave e seque. 
Do outro lado, pães brancos , refrigerantes , salgadinhos – especialmente os fritos – e confeitosdesequilibram a balança. Apesar de fornecerem energia, estes alimentos contêm pouco além das chamadas “calorias vazias”. “Nutricionalmente, eles são só sal e gordura”.
Fontes:  Pães, biscoitos, cookies e barrinhas não estragam, assim como queijos processados. - Daniela Hueb, nutróloga e Silvia Cristina Ramos, nutricionista clínica do Instituto de Metabolismo e Nutrição, de São Paulo - http://delas.ig.com.br/filhos/o-lanche-escolar-ideal-para-seu-filho/n1237537948008.html - http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2013/02/lancheira-saiba-como-montar-um-lanche-saudavel-para-seu-filho-levar-escola.html

Coisas simples e que ajudam nossos filhos crescerem mais saudáveis







Espero que ajude a todos :)
Bjinhos...


23 fevereiro 2015

Momento Escola = Nova Rotina da Luma - Escola

Oi gente tudo bem :)
Vou dar continuidade ao Momento Escola falando da Luma na Escola

Agora vai ser uma rotina nova
Começou hoje na escola...eba!!!
Hoje foi o primeiro dia dela e estava super animada



Todos os dias perguntava : Mamãe escola, escolinha
Pensei que ia chorar gente, mas que nada
Quando viu cheio de brinquedos e crianças ficou apaixonada por tudo
Eu pensei que ia ser diferente , mas Graças a Deus foi tudo tranquilo







Que linda minha princesa neah!!







Bjinhos a todos :)


29 outubro 2014

Momento Escola = Conhecendo o Construtivismo

Oi gente tudo bem...   
Hoje temos:




Oi gente como estar:)
Hoje vou falar sobre o Construtivismo

Como trabalho em uma escola que segue essa linha, percebo que muitos pais não conhecem ou até mesmo têm uma ideia errada sobre o que é o construtivismo, trouxe um resumo contando um pouquinho dessa linha de trabalho:

"Inspirado nas pesquisas do suíço Jean Piaget (1896- 1980), essa linha (que não consideramos um método) procura instigar a curiosidade no aluno, já que ele é levado a encontrar as respostas a partir de seus próprios conhecimentos e de sua interação com a realidade e com os colegas. Por exemplo, dentro do projeto pedagógico estudaremos os animais, neste momento o professor vai colher tudo o que os alunos sabem sobre os animais, destacando as características que eles conhecem até chegarem a conclusão que existe uma classificação para cada tipo de animal. O professor vai conversando de modo que as crianças tirem as suas conclusões.
Emilia Ferrero, ampliou a teoria para o campo da leitura e da escrita e concluiu que a criança pode se alfabetizar sozinha, desde que esteja em ambiente que estimule o contato com letras e textos.




O construtivismo propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estimulo a dúvida e o desenvolvimento do raciocínio, entre outros procedimentos. A partir de sua ação, vai estabelecendo as propriedades dos objetos e construindo as características do mundo. O professor não é o que sabe tudo, ele vai caminhando junto, pesquisando junto com a criança.
Noções como proporção, quantidade, causalidade, volume e outras, surgem da própria interação da criança com o meio em que vive. São as atividades concretas. Vão sendo formados esquemas que lhe permitem agir sobre a realidade de um modo muito mais complexo do que podia fazer com seus reflexos iniciais, e sua conduta vai enriquecendo-se constantemente. Assim, constrói um mundo de objetos e de pessoas onde começa a ser capaz de fazer antecipações sobre o que irá acontecer.
Essa proposta enfatiza a importância do erro não como um tropeço, mas como um trampolim na rota da aprendizagem. Chamamos de “erros construtivos”. O erro assumiu um papel importante nos últimos tempos, o que foi positivo do ponto de vista  da aprendizagem, pois percebemos a desconsideração que fazíamos aos nossos alunos em relação aos seus conhecimentos. A ideia de olhar esse erro como construtivo abriu portas para outros aspectos, o que fascinou e encantou os educadores. É lindo ver uma criança pequena escrevendo dentro de um sistema com hipóteses silábicas e mais tarde, alfabéticas; O que não pode acontecer é a criança em nível mais avançado continuar escrevendo errado. Uma coisa é o erro como processo de construção, outra coisa é o erro no momento em que a criança já escreve alfabeticamente. O professor deve criar situações nas quais o aluno posso colocar em jogo sua hipótese sobre a escrita. Por exemplo, um aluno que já apresenta uma escrita no nível alfabético ao escrever “caxorro” deve receber a intervenção do professor, seja mostrando outras palavras que utilizem o CH, seja colocando a dúvida: “Será que é com x ou ch?”. Sò deve priorizar a correção ortográfica dentro de um momento de produção textual, interrompendo o fluxo das ideias para corrigir a criança. O professor deverá encontrar o melhor momento para isso.
A teoria condena a rigidez nos procedimentos de ensino, as avaliações padronizadas e a utilização de material didático demasiadamente estranho ao universo pessoal do aluno.
As disciplinas estão voltadas para a reflexão e auto-avaliação, portanto a escola não é considerada rígida.
Existem várias escolas utilizando este método. Mais do que uma linha pedagógica, o construtivismo é uma teoria psicológica que busca explicar como se modificam as estratégias de conhecimento do individuo no decorrer de sua vida. "
Então, você já conhecia? O que achou?



Por : Profa. Melissa Machado

 

Vocês podem me encontrar aqui:









Espero que tenha gostado!!
Muito importante gente...
Nem eu sabia rss
Bjinhos :)

26 setembro 2014

Momento Escola: Desenvolvimento na Escola / Casa

Oi gente tudo bem...   Hoje temos:



Olá...tudo bem com vocês

Uma das dúvidas das mamães que postaram aqui ontem foi sobre como ajudar em casa para que a criança se desenvolva bem na escola?

Então vamos lá! 

A criança na Educação Infantil normalmente nem deve trazer dever de casa, digo isso porque ela deve aproveitar bem o tempo com os seus pais, brincando em família. 
A melhor forma de estimular crianças de todas as idades é brincando com elas! 
Reserve uma horinha por dia, desligue a TV, largue o celular e brinque com seu filho, trabalhe a imaginação,deixe a brincadeira fluir, construa brinquedos com sucata, brinque de massinha(ajuda a desenvolver a coordenação motora fina) e deixe-a desenhar muito! 
São momentos lúdicos que favorecem o
 aprendizado e fazem com que tenham prazer em aprender!




Lembro que muita gente ficava falando que a Bia era muito inteligente porque eu, como professora,devia ficar ensinando ela o tempo todo...até parece...eu nunca fiquei fazendo atividades da escola em casa, nunca fiquei "treinando" os nomes das formas geométricas, a escrita das letrinhas...usávamos nosso tempo para brincar, para ficarmos juntas! O excesso de estímulo não é legal, deixe que a criança vai aprendendo tudo no dia a dia escolar! Até mesmo para não adiantar conteúdos!!
Aos 4/5 anos as crianças começam a se interessar pelo mundo das letras, nesta fase você pode e deve inserí-la nos momentos em que utiliza a escrita, como por exemplo, na hora de preparar uma receita, anotar um recado, fazer a lista de compras,escrever um bilhetinho para o papai e outros momentos em que a criança percebe a importância da leitura e da escrita!
Com a chegada das tarefas, a criança vai precisar sempre da ajuda e orientação da família, vou fazer um post específico para esse momento,mas já é importante ressaltar que a presença do adulto é fundamental! Ele precisa perceber que a família se interessa pelos seus trabalhos,mas quem deve fazer é a própria criança. A tarefa deve ter um desafio,mas também deve estar de acordo com a idade do aluno. Até hoje acompanho a Bia na hora da tarefa( ela já está no terceiro ano), olho a agenda e leio todo o conteúdo dado naquele dia. Assim estudamos diariamente.
Esse é o meu recadinho de hoje!
Espero que tenham gostado. Nos próximos posts atenderei mais algumas sugestões de 
assuntos abordados!!

Por : Profa. Melissa Machado

 

Vocês podem me encontrar aqui:


 





Espero que tenha gostado!!
Super importante gente...
Bjinhos :)

25 setembro 2014

Momento Escola : Novidades e Opinião

Oi gente tudo bem...   
Hoje temos novidades em Momento Escola





A partir de hoje estamos mudando Nosso 
                        
 Momento Escola

Para 1 vez no Mês.

A Profa Melissa Machado vai procurar ver os melhores temas que acontece com as crianças e mães na escola e vai estar trazendo aqui para nós...

E mais queremos saber sua Opinião:

Vocês tem algum assunto que gostaria que fosse abordado aqui??
A Profa Melissa vai amar saber...
E vai estar abordando aqui como resenha                                    

Deixe nos comentários...











Bjinhos :)

21 agosto 2014

Momento Escola : Sobre Limites

Oi gente tudo bem...   Hoje temos:



Olá...tudo bem com vocês

Cada dia está mais difícil lidar com as crianças por conta da falta de limites,vemos em nosso dia a dia, em notícias da TV, como as crianças não aceitam o não!
Recentemente tivemos o caso do menino que foi atacado por um tigre, não podemos "culpar" ninguém , mas sabemos que o que de fato faltou ali foi Limite.
Limite para respeitar regras, limite para atender ao suposto pedido de outras pessoas para que se afastasse do perigo!




E na escola, como os educadores estão lidando com isso? 

Não é fácil, a escola precisa trabalhar em parceira com a família, precisam "falar a mesma língua"! Não adianta a professora ensinar uma coisa na escola se em casa a criança vivencia outra! Como posso falar para o meu aluno que ele não pode bater no colega se ele vive apanhando? Como cobrar da criança que fique sentado para fazer o seu lanche se em casa a mãe vive andando correndo com o prato na mão para dar o almoço pra ele? Educar é dar exemplos!
Uma outra situação envolve a questão da "culpa" (essa que temos desde que nos tornamos mães)...a criança fica o dia todo na creche e quando chega em casa a mãe fica com medo de contrariá-lo, de dizer o não, de fazer a criança sofrer! E a cada choro,a criança ganha aquilo que quer!! A criança se acostuma a ter tudo que quer,na hora que quer e acha que na escola vai ter que ser assim também! E não é! Na escola temos regras, temos horários, temos que respeitar a vez do outro e quando não se aprende isso em casa fica tudo mais difícil!

Outro dia perguntaram se dar pipoca para uma criança de dois anos fazia mal porque todos os dias, na saída da escola, a criança fazia a maior birra querendo pipoca!! Eu na hora pensei, não, a pipoca não vai ser o pior dessa situação, mas sim o adulto ceder a birra de uma criança de 2 anos e comprar só porque ela está querendo!! Aqui em casa já teve algumas birras por pipoca, mas eu nunca comprei todo dia, fixamos um dia da semana para isso e sempre quando ela saía da escola ela me perguntava: "Mamãe, hoje é dia de pipoca?"

Também percebo muitas pessoas dizendo que em casa a criança se comporta de outra maneira e que não entende como que na escola pode ser tão boazinha!! É que na escola não dá tempo para fazer a birra, não dá tempo para se jogar no chão e principalmente, seu pedido não é atendido de imediato!! Ela já sabe que na escola "seu público" é outro e esse chororô todo não cola. Imagina se a professora fosse fazer a vontade de 15, 20 alunos, não dá,né? A lei da coletividade não permite!

O meu recado de hoje é que a criança precisa de limites, ela sente falta de alguém para lhe direcionar. Você não vai deixar de ser uma ótima mãe/um ótimo pai se souber dizer não...muito pelo contrário,seu filho lá na frente vai te agradecer!





Por : Profa. Melissa Machado

 

Vocês podem me encontrar aqui:





E vocês estar pondo limite por aí ??
Super importante gente...
Bjinhos :)

07 agosto 2014

Momento Escola = Gripes e outras Doenças na Escolinha

Oi gente tudo bem...   Hoje temos:



Olá...tudo bem com vocês

Sempre me perguntam se é verdade que quando a criança entra na escolinha ela vai ficar doente o tempo todo. Existe uma certa razão neste pensamento, já que a criança muito pequena ainda não tem a imunidade formada e está facilmente correndo risco de pegar vírus e bactérias,não só na creche,mas em qualquer lugar que ela frequente,até mesmo os próprios pais podem ser os transmissores dessa doenças!
Claro que muitos cuidados devem ser tomados no dia a dia da creche,como por exemplo a higienização das mãos das pessoas que cuidam dos bebês,mantendo um ambiente arejado, cuidando para que os brinquedos não passem de boca em boca e mantendo as crianças febris ou com alguma doença contagiosa afastada por alguns dias.
Infelizmente a criança vai acabar pegando alguma doença, isso é fato,os pais precisam entender que até as crianças que não frequentam escola também ficam gripadas! Associar e culpar apenas a creche pela doença da criança não vai ajudar em nada. É importante que a família faça a sua parte,não mande a criança com febre ou suspeita de doença infecciosa para a escola,até mesmo porque ela precisa de repouso e cuidados especiais. Se já é ruim para um adulto ir trabalhar com febre e dor de cabeça,imagine para uma criança.
Aos dois anos a imunidade da criança já está formada e ao entrar na escolinha já não vai ficar tão doente!




Segue um texto do pediatra Paulo Sérgio de Barros Ferreira, falando sobre as gripes:

"Em geral, crianças pequenas que frequentam creche ou escolinha ficam sim mais doentes. Nesses ambientes, as crianças estão em contato direto umas com as outras. Por serem pequenas, elas ainda estão desenvolvendo suas defesas através do sistema imunológico, e ficar doente faz parte do processo.

Por isso, na escola ou creche é mais fácil a transmissão de doenças. 
As principais vias de transmissão nesses ambientes são:

por via respiratória, ou seja, pelo ar (principalmente gripes, resfriados, estomatites etc.)
por via orofecal, no contato com superfícies contaminadas por fezes (principalmente viroses que provocam vômitos e doenças que causam diarreia)
pela pele (como impetigo, molusco contagioso etc).

Nos dias atuais, muitas vezes a única alternativa é deixar a criança em uma escolinha ou creche. Para diminuir o risco de uma criança ficar doente, cabem algumas recomendações no critério de escolha de onde deixar o seu filho:

-permanência de poucas crianças por sala para que não fiquem muito confinadas;
-ter boa ventilação, espaço adequado e receber sol;
-ter revestimentos dos pisos e paredes de fácil limpeza;
-os funcionários que cuidam das crianças devem ser bem treinados e orientados, e com a carteira de vacinação em dia, incluindo, de preferência, a vacina sazonal contra a gripe;
-haver comunicação clara e transparente entre a escola e os pais;
-ter como orientação não deixar crianças doentes frequentar a creche ou escolinha;
-ter supervisão pediátrica, para orientar funcionários e solucionar problemas de saúde que possam surgir. Não é necessário ter pediatra de plantão, a não ser que seja uma escola com um número muito grande de crianças;
-ter alguém preparado para cuidar de machucados, cortes e doenças simples, de preferência um profissional treinado na área de enfermagem, ou pelo menos alguém que tenha noções de primeiros socorros.
-analisar se os cuidados recebidos na creche são os mais próximos possíveis daqueles recebidos em casa.

Lembre-se também de manter a vacinação da criança em dia. E faça todo o possível para não mandar seu filho doente para a escola, para ele não contaminar as outras crianças e não correr o risco de pegar uma coisa diferente, já que estará meio debilitado.

Desde o princípio, já é preciso pensar num "plano B", uma alternativa para quando ele estiver doente e não puder frequentar a creche. Tomara que isso quase não aconteça, mas crianças são crianças e de vez em quando não tem jeito, ficam doentes mesmo.

Fonte:
http://brasil.babycenter.com/x5000070/beb%C3%AA-que-vai-para-a-escolinha-ou-creche-fica-mais-doente#ixzz39f0JB4oo


Por : Profa. Melissa Machado

 

Vocês podem me encontrar aqui:






E vocês o que acham desse assunto ?
Me contam aí :)
Bjinhos...

24 julho 2014

Momento Escola = O Ponto fraco da escola "forte"

Oi gente tudo bem...   Hoje temos:



Olá...tudo bem com vocês

O ano nem terminou e  já começamos a perceber a preocupação dos pais em qual escola matricular seu filho. Muitos acreditam no ensino tradicional e desejam que seus filhos entrem nas melhores escolas, na mais tradicionais com o objetivo de proporcionar um ensino que acreditam ser de qualidade!

Não vou discutir aqui a qualidade de ensino dessas escolas, mas gostaria de refletir com vocês sobre a importância de se conhecer bem o seu filho e quais as chances dele ser feliz (sim,eu quero uma escola onde minha filha seja feliz e não apenas que a entupam de conhecimentos abstratos)!

Para reflexão,colocarei trechos da matéria divulgada na Revista Época com o título: "O ponto fraco do ensino forte" de Martha Mendonça.

"Consideradas as melhores do país, quase sempre campeãs nas provas nacionais de avaliação, as escolas de ensino tradicional representam, na mente de muitos pais, uma esperança de sucesso para a vida dos filhos num mercado de trabalho competitivo. Apesar de seus resultados inquestionáveis e da procura crescente por escolas desse tipo, esse modelo agora começa a ser mais e mais questionado por seus efeitos colaterais.

O ensino tradicional surgiu na Europa do século XVIII como um modelo em que os alunos são ensinados e avaliados de forma padronizada. Ele se inspira na ideia de que a mente das crianças é uma tabula rasa, um espaço em branco sobre o qual os diversos conteúdos - gramática, matemática, ciências, história etc. - devem ser inscritos seguindo um método rigoroso de exposição e avaliação. Mais do que qualquer outra aptidão, valoriza o acúmulo de conhecimento: quanto mais fatos e fórmulas o aluno aprende, mais bem avaliado ele é.

Há anos, os colégios mais tradicionais e rígidos ocupam o topo da lista. "É comum hoje em dia pais e mães compararem as posições das instituições em que seus filhos estudam. Se os resultados das escolas não são bons, bate o sentimento de que se está fazendo algo errado". A competição já começa entre os pais,que se sentem bem ao dizer que seu filho está no melhor colégio!

Os educadores têm visto com ceticismo cada vez maior o sucesso desse modelo. Eles alertam sobre vários problemas que decorrem da estratégia convencional, baseada na combinação de competitividade e pressão por notas. A primeira limitação é a seleção natural que põe em prática. Esses colégios selecionam os alunos na hora da matrícula - com os famosos "vestibulinhos" - e, depois disso, acabam selecionando, pelo grau de dificuldade em acompanhar o ritmo, aqueles que ficam.

A pressão por boas notas pode causar estresse e doenças emocionais. E não garante sucesso no futuro

São escolas que, naturalmente, funcionam para os melhores. E os melhores, por motivos óbvios, não são todos. Nem sequer são a maioria. "No caso das escolas tradicionais e seus vestibulinhos, não são os pais que escolhem a escola. É a escola que acaba escolhendo os alunos que quer", diz Victor Paro, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Para ele, essa situação põe em xeque a própria qualidade desse tipo de ensino. Essas instituições têm as melhores médias de desempenho por terem a melhor pedagogia ou porque os alunos que passam pelo funil são os mais inteligentes, portanto serão os melhores, independentemente do método de ensino? "Certamente, elas têm valor. Mas é fato que, para entrar, os alunos já têm de ser bons", diz Paro.

Uma das grandes dificuldades dos pais é aceitar que a maioria dos filhos não se enquadra ou não tem condição de acompanhar o grau de exigência das escolas mais competitivas. Alguns pais acreditam que tirar o filho da escola mais conceituada é sinal de fracasso. Insistem nela - e isso acaba pesando ainda mais sobre os ombros do estudante. "A criança sofre porque não tem o perfil para aquele tipo de colégio", diz Fábio Barbirato, chefe do setor de Neuropsiquiatria da Infância e da Adolescência da Santa Casa, no Rio de Janeiro. "Os pais precisam conhecer o perfil de seus filhos."

A política de seleção dos melhores não pode servir para educar a média das crianças, uma exigência social. Não há nada a opor a uma política de seleção rigorosa. Mas um país que precisa oferecer educação de qualidade para todos precisa se preocupar com aqueles que não passam por esse funil - a ampla maioria.

O ambiente de alta pressão tem ainda um custo emocional para aqueles que não se adaptam. Em geral, aumenta o nervosismo da criança, que fica exposta a um grau elevado de exigência antes de ter amadurecido. Os sintomas são noites maldormidas ou mesmo crises nervosas antes de algumas provas. Em alguns casos, o peso da cobrança pode gerar traumas. O médico Barbirato tem promovido uma cruzada contra os transtornos de ansiedade causados pela vida escolar. Diz que, diariamente, na clínica e em seu consultório particular, atende crianças em sofrimento decorrente da pressão dos estudos. Para Jorge Harada, chefe da área de Saúde Escolar da Sociedade Brasileira de Pediatria, o estresse dessas escolas desencadeia um processo orgânico que pode levar à perda da imunidade e causar até anemia. "Vivemos numa sociedade competitiva, mas a escola não pode ser uma fábrica de pessoas em série. É preciso respeitar as singularidades de cada um", diz.

Os pais precisam estar atentos as cobranças da escola e observar as reações do seu filho! Escolas que selecionam através de pequenos vestibulares,que mandam tarefas em exagero e não abrem espaço para brincadeiras devem ser questionadas!

Apesar da expectativa dos pais, o ensino tradicional, também não garante sucesso na carreira. "Mesmo no caso de crianças que suportam a pressão das escolas tradicionais, não existe certeza de que serão adultos bem-sucedidos", diz Quezia Bombonato. "Muitas vezes são alunos com capacidade de absorção de conteúdos e boa memória, mas cujos dons específicos não são devidamente explorados." Segundo Quezia, o processo completo de aprendizado de um jovem é formado de muitas variáveis. Se o que ele aprende não faz sentido para a vida, isso poderá ser percebido num futuro mais distante, quando ele estiver frente a frente com suas decisões profissionais. "As pressões que ele sofreu nos bancos escolares podem se transformar em problemas de percepção ou relacionamento na vida adulta, comprometendo o sucesso de suas realizações", diz ela.

Não procuro a melhor escola para minha filha, mas sim uma escola onde ela se sinta bem, seja respeitada, onde ser criança possa ser prioridade e os conteúdos realmente façam a diferença em sua vida!!!

Caso queira ler o texto na íntegra é só clicar aqui  http://jorgewerthein.blogspot.com.br/2011/07/o-ponto-fraco-do-ensino-forte.html
E para você,qual é a melhor escola?


Por : Profa. Melissa Machado

 

Vocês podem me encontrar aqui:




E voces o que acharam?
Me contam aí :)
Bjinhos

10 julho 2014

Momento Escola : O ensino da letra cursiva

Oi gente tudo bem...   Hoje temos:



Olá...tudo bem com vocês

Hoje trouxe um assunto bem polêmico, um dos textos mais acessados no meu blog que traz em pauta a discussão sobre o uso da letra cursiva nas escolas de Educação Infantil.

Em pesquisas realizadas, alguns estados americanos avaliaram que o mais importante é se concentrar no aprendizado das letras bastão (de forma). Aqui no Brasil, dentro da proposta construtivista, utilizamos a letra bastão para alfabetizar, pois ela é de fácil visualização e não exige movimentos mais complexos na hora da escrita. Segundo Ferreiro, (apud nova escola, 1996, p. 11) começar a alfabetização com letra bastão é uma tentativa de respeitar a sequência do desenvolvimento visual e motor da criança.

Quero deixar bem claro que não sou contra o ensino da letra cursiva, só acho um absurdo escolas que fazem questão que a criança recém alfabetizada tenha uma letra perfeita e cobram o aprendizado da letra cursiva dos professores da Educação Infantil. Sempre digo que não vou perder o tempo precioso em sala de aula fazendo pontilhados para a criança cobrir. Alguns alunos fazem o próprio nome com a letra cursiva, porque eles tiveram interesse, começaram a tentar escrever seu nome "de mãozinha dada" (como eles chamam a letra cursiva) e eu achei melhor ensinar a forma correta, tudo naturalmente, sem cobranças e aceitando cada tentativa de aprendizagem!
Normalmente e o que eu acho correto, a letra cursiva começa a ser ensinada após a criança estar alfabetizada, aos 6 anos, antes disso é desnecessário forçar, até mesmo porque a coordenação motora ainda não está pronta. 
A criança na Educação Infantil tem que brincar muito, desenhar, criar e recriar, precisa ter a sua curiosidade estimulada através de projetos!
Quanto tempo se perde na Educação Infantil com atividades de cobrir pontilhados, com cadernos de caligrafia que acabam estressando a criança e fazendo-a perder o estímulo de frequentar a escola!
Não concordo que a escrita cursiva é fundamental para desenvolver a coordenação motora fina, existe uma série de atividades muito mais divertidas que estimulam a coordenação: brincar com massinha, cortar e recortar papel, desenhar e colorir. Utilizar o mouse no computador, fazer atividades utilizando o paint, tudo isso trabalha a coordenação motora fina! Segundo Saad Ellovitch, neuropediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, o desenvolvimento da coordenação motora fina não está estritamente relacionado à escrita cursiva, mas também ao uso das mãos em movimentos sutis. “O cérebro se adapta às necessidades do corpo. Você pode desenvolver a motricidade fina, ou seja, a capacidade de execução de movimentos pequenos e delicados, com outras atividades, como por exemplo, o desenho”, afirma a especialista. O corpo é capaz de se adaptar assim às novas condições impostas pelo desenvolvimento humano. 

 Fiquem atentos às escolas que cobram letra redondinha, que mandam 3 folhas de tarefas e entopem as crianças de conteúdo na Educação Infantil! Informem-se, conheçam os Parâmetros Curriculares da Educação Infantil e veja quais são as necessidades das crianças nessa fase!

Por : Profa. Melissa Machado

 

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